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A Uniagustiniana participa na Feira Internacional do Livro de Bogotá, um dos maiores encontros culturais da América Latina

A Uniagustiniana participa na Feira Internacional do Livro de Bogotá (FILBo), destacando seu compromisso com a pesquisa, a divulgação científica e o diálogo acadêmico em um dos maiores eventos culturais da América Latina.
Estande FILBo Uniagustiniana

A universidade da Província Nossa Senhora da Candelária reforça seu compromisso com a pesquisa, a cultura e o diálogo interdisciplinar na FILBo 2026

A Uniagustiniana está presente na Feira Internacional do Livro de Bogotá (FILBo), um dos eventos culturais e editoriais mais relevantes da América Latina, que a cada ano reúne milhares de leitores, pesquisadores, autores e instituições em Corferias. A partir deste espaço privilegiado de encontro, a universidade reafirma sua aposta na pesquisa, na divulgação científica e na construção de conhecimento a serviço da sociedade.

A FILBo não é apenas uma vitrine editorial, mas um verdadeiro cruzamento de caminhos onde confluem pensamento, cultura e experiência. Assim o sublinha Diana Abril, coordenadora de Divulgações da Vice-Reitoria Acadêmica e de Pesquisas da Uniagustiniana, que destaca o valor humano e acadêmico deste evento:

«A Feira Internacional do Livro consolidou em mim a convicção de que se trata de um espaço que transcende a leitura, a literatura e a reflexão. Neste ambiente encontramos também vozes que nos representam e que, de algum modo, canalizam nossas próprias inquietações».

Um espaço que vai além dos livros

Para a comunidade acadêmica da Uniagustiniana, a Feira se converte em um cenário onde a escrita, a pesquisa e a experiência vital se entrelaçam. Abril assinala que, embora para alguns a escrita seja uma forma de expressão pessoal, para outros a visita à Feira constitui já um compromisso cultural inevitável.

Em ambos os casos, trata-se de um espaço onde as ideias encontram vazão. “Todos encontramos nela uma via de desabafo”, explica, aludindo a como pesquisas, experiências e reflexões — muitas vezes fruto de anos de trabalho — encontram finalmente sua forma em textos que dialogam com a sociedade.

Pesquisa aberta, interdisciplinar e acessível

A partir da Vice-Reitoria Acadêmica e de Pesquisas, juntamente com a Direção e a Coordenação de Pesquisas, a Uniagustiniana insiste em uma compreensão ampla da pesquisa, que não se limita aos âmbitos tradicionais de leitura e escrita.

A presença na FILBo responde precisamente a essa visão: abrir a pesquisa a novos públicos, favorecer o intercâmbio de saberes e gerar espaços de encontro entre disciplinas. A magnitude da produção editorial presente na Feira — como reconhece Abril — torna impossível abarcá-la completamente, mas sim convida a uma aproximação contínua, crítica e enriquecedora.

Neste contexto, emergem também perguntas de fundo sobre o sentido da leitura e do conhecimento na sociedade contemporânea. A coordenadora de Divulgações apresenta uma reflexão significativa:

«Se a leitura não contribui para nos tornar mais críticos e cultos, o que o faz? E se a pesquisa não nos permite contrastar, validar ou refutar hipóteses, que ferramenta pode fazê-lo?».

A FILBo como plataforma de alianças e conhecimento

Desde o início das atividades no passado dia 21 de abril, os espaços impulsionados pela Uniagustiniana favoreceram a criação de alianças acadêmicas, a formação investigativa, o intercâmbio de experiências e a divulgação científica.

Este trabalho responde a uma missão clara: fazer da pesquisa um âmbito próximo, dinâmico e participativo. Em linha com o carisma dos Agostinianos Recoletos, trata-se de promover uma cultura do conhecimento que não seja excludente, mas integradora, aberta e orientada ao bem comum.

Uma aposta institucional pela cultura e pela educação

A participação da Uniagustiniana na Feira Internacional do Livro de Bogotá se inscreve em seu compromisso institucional com a educação integral, a promoção da cultura e o desenvolvimento do pensamento crítico.

Em um mundo marcado pela superabundância de informação e pelos desafios do conhecimento, iniciativas como esta contribuem para fortalecer uma comunidade acadêmica mais consciente, dialogante e comprometida.

Como conclui Diana Abril: consolidar estes espaços para que deixem de ser percebidos como distantes ou inacessíveis e se convertam em verdadeiros lugares de encontro para todos.

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