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A Ordem apresenta o manual das Juventudes Agostiniano-Recoletas coincidindo com a JMJ

As Juventudes Agostiniano-Recoletas (JAR) já têm um manual comum para as comunidades laicais dos 19 países nos quais a Ordem se faz presente. O prior geral, Miguel Miró, escreveu uma carta de apresentação deste documento, que traça as linhas básicas deste itinerário formativo. Este material, elaborado pelo Secretariado Geral de Apostolado Ministerial, será apresentado no II Encontro Internacional das JAR prévio à Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro (Brasil).

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“A Igreja tem confiança nos jovens”: esta frase de Bento XVI é adotada como própria por Miguel Miró, prior geral dos agostinianos recoletos, e com ela inicia sua mensagem, datada de 5 de julho,  destinada a todos os religiosos da Ordem. Miró começa sua circular dando graças a Deus porque muitos jovens “querem conhecer e viver nossa espiritualidade e unir-se a nossa missão evangelizadora”. E, mais concretamente, se refere às várias centenas de jovens que já estarão indo à JMJ de Rio de Janeiro (23-28 julho) e participarão no II Encontro Internacional das JAR, nos dias prévios à JMJ. “Sinto uma grande alegria –diz‑ de que as JAR estejam rompendo fronteiras e se unindo ao Papa Francisco na tarefa de conseguir a partir da fé em Jesus um mundo mais humano e mais solidário”.

A seguir, passa a apresentar o Manual das JAR, elaborado pelo Secretariado Geral de Apostolado Educativo da Ordem, que o Conselho Geral acaba de aprovar. Este singelo Manual, de apenas 13 páginas, responde a uma ordenação (9, 1) do último Capítulo Geral (2010), que pedia que fosse elaborado e publicado um itinerário formativo. O Manual é o documento inicial desse itinerário; a ele se acrescentarão outros materiais para as diferentes etapas, até concluir o itinerário, possivelmente, no final do ano em curso.

Compromisso serio

Em sua mensagem, o Prior Geral enuncia expressamente o propósito da Ordem de “promover nosso carisma entre os jovens; isto é, que os jovens recebam a oferta de viver a “vida laical jovem agostiniano-recoleta”. Miró propõe isto como um compromisso sério, tanto para os jovens como para os religiosos. As JAR não podem reduzir-se a uma experiência ocasional de catequese ou a reuniões esporádicas de formação. “Devem ser vida e pessoas jovens que vivam como seculares o carisma da Ordem”.

E, no que se refere à Ordem, resume seu compromisso em três ações: exercitar os jovens na oração, de maneira que vejam “as pessoas e as coisas na perspectiva de Deus”; acompanhá-los “para o Encontro com Deus Trindade para, deste modo, construir a comunidade de irmãos que são uma alma e um coração dirigidos para Deus”; e oferecer-lhes, enfim, “um horizonte amplo e um compromisso para que não se fechem em seu pequeno grupo, mas que se abram à comunhão com todos os homens”.

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